O imaginário, ilusões e kratt
Assisti alguns filmes. Tinha uma lista deles me esperando, onde optei por "November", indicação de meu querido irmão caçula. Em seguida, "Infiltrado na Klan". Outra ação audiovisual que pratiquei foi começar a ver a segunda temporarda de "Mr. Robot". Para fechar o fim de semana assisti "Requiem para um sonho" e depois disso um "Beavis and Butthead do America".
Tirando o "Beavis..." todos os filmes anteriores me trouxeram reflexões profundas e, por algum motivo, criaram um fio condutor comum em minha cabeça. O do ser imaginário.
"Infiltrado..." além da abordagem formidável da cultura racista americana, me chamou atenção de como um personagem imaginário criado pelo detetive conseguiu ludibriar o chefe da organização e alguns membros.
"November", filme estoniano, me chamou atenção o Kratt, criatura da velha mitologia estoniana, usada para ajudar seu conjurador durante um tempo determinado. A conjuração é feita em uma encruzilhada onde o pacto com uma figura demoníaca faz com que o objeto que vc deseja que seja seu kratt receberá uma alma. O filme é uma bela ficção, mas novamente me peguei no imaginário das pessoas, agora no aspecto mitológico.
"Mr.Robot", na segunda temporada a esquizofrenia do personagem principal fica evidente, nas alucinações causadas por drogas. Novamente, o imaginário impulsiona a vida do personagem.As ações são coordenadas pelo ser imaginário, numa disputa por "quem está no controle". Achei meio clichê em filmes sobre esquizofrenia ("Uma mente brilhante" veio imediatamente a cabeça).
"Requiem..." me levou as mesmas concluções. O filme, que no fim me fez pensar em uma piada do tipo "isso é um filme do PROERD", retrata a vida de três jovens em uma vida de drogas das mais diversas, viciados, e a mãe do personagem principal que entra numa paranoia ilusória de que irá aparecer em um programa de TV. O fim do fiilme mostra o mundo de ilusão vivido pela senhora que imagina o talk show em que supostamente apareceria. Novamente a ilusão e o imaginário.
Depois de tanto filme de pesadas questões psicológicas, fui me aliviar no "Beavis..."...
"Infiltrado..." além da abordagem formidável da cultura racista americana, me chamou atenção de como um personagem imaginário criado pelo detetive conseguiu ludibriar o chefe da organização e alguns membros.
"November", filme estoniano, me chamou atenção o Kratt, criatura da velha mitologia estoniana, usada para ajudar seu conjurador durante um tempo determinado. A conjuração é feita em uma encruzilhada onde o pacto com uma figura demoníaca faz com que o objeto que vc deseja que seja seu kratt receberá uma alma. O filme é uma bela ficção, mas novamente me peguei no imaginário das pessoas, agora no aspecto mitológico.
"Mr.Robot", na segunda temporada a esquizofrenia do personagem principal fica evidente, nas alucinações causadas por drogas. Novamente, o imaginário impulsiona a vida do personagem.As ações são coordenadas pelo ser imaginário, numa disputa por "quem está no controle". Achei meio clichê em filmes sobre esquizofrenia ("Uma mente brilhante" veio imediatamente a cabeça).
"Requiem..." me levou as mesmas concluções. O filme, que no fim me fez pensar em uma piada do tipo "isso é um filme do PROERD", retrata a vida de três jovens em uma vida de drogas das mais diversas, viciados, e a mãe do personagem principal que entra numa paranoia ilusória de que irá aparecer em um programa de TV. O fim do fiilme mostra o mundo de ilusão vivido pela senhora que imagina o talk show em que supostamente apareceria. Novamente a ilusão e o imaginário.
Depois de tanto filme de pesadas questões psicológicas, fui me aliviar no "Beavis..."...



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